A Praça da República, em São Paulo, foi o principal palco do 7 de Setembro do Povo, ato organizado pela CUT, centrais sindicais e movimentos populares em defesa da democracia, da soberania nacional e dos direitos da classe trabalhadora. Mobilizações semelhantes ocorreram em mais de 35 cidades pelo país.
Com bandeiras, faixas e palavras de ordem como “Fim da escala 6×1”, “Taxar os super-ricos” e “Bolsonaro na cadeia”, manifestantes cobraram justiça e a punição dos responsáveis pelo golpe de 8 de janeiro.
Lideranças políticas e sindicais destacaram que defender a pátria significa garantir justiça social, emprego, educação, saúde e dignidade ao povo brasileiro. Ministros como Luiz Marinho e Paulo Teixeira reforçaram a necessidade de avançar em pautas econômicas, como a redução da jornada de trabalho e a isenção do Imposto de Renda para a maioria da população.
O deputado Guilherme Boulos (PSOL) e dirigentes da CUT lembraram que não haverá anistia para golpistas e defenderam a responsabilização de Jair Bolsonaro e de seus aliados.
Nas ruas, a mensagem foi clara: o Brasil é dos brasileiros, e a democracia será defendida com mobilização popular.




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