Nas últimas semanas, Elon Musk intensificou suas críticas ao projeto de lei orçamentária promovido pelo presidente Donald Trump, classificando-o como uma agenda decepcionante em entrevistas e redes sociais. O empresário destacou que a proposta, batizada por Trump de “Grande e Belo Projeto de Lei”, na verdade aumentaria o déficit em US$ 2,5 trilhões e sabotaria os esforços de corte de gastos que liderou no Departamento de Eficiência Governamental (DOGE).
No dia 3 de junho, Musk atingiu o ápice do embate ao chamar o projeto de “abominação nojenta” e acusar o Congresso de “levar os EUA à falência”. Em contraste com o otimismo de Trump, ele rebatizou a proposta como “Grande e Feio Projeto de Lei”, citando seu impacto fiscal insustentável.
Enquanto aliados do governo sugeriram que as críticas de Musk estavam ligadas à revogação de subsídios para veículos elétricos — o que afetaria diretamente a Tesla —, fontes próximas ao bilionário afirmam que sua oposição é genuína e reflete preocupação com o aumento do déficit. Um estrategista republicano ressaltou que Musk vê o projeto como uma traição aos princípios de eficiência que defendia no DOGE.
A divergência expõe a ruptura entre dois aliados que antes colaboravam estreitamente, com Musk agora usando sua influência para pressionar legisladores a rejeitarem a proposta, ameaçando até apoiar a derrota de políticos pró-projeto nas eleições de 2026.
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